quarta-feira, 25 de março de 2009

Maldita anatomia


É subejamente conhecido o problema que algumas pessoas têm com as calças, visto não conseguirem tapar uma rigueira do corpo que termina, digamos, no "cú". Eu compreendo o problema destas pessoas pois não se conseguem livrar daquela aragem incomodativa que pode causar doenças e tudo. A culpa não é deles mas sim da maldita anatomia. Ora sigam o meu raciocinio, à medida que as máquinas de cagar destas pessoas crescem, também as barrigas o fazem. Assim sendo isto gera um paradoxo da natureza pois as pessoas querem puxar as calças para cima para tapar a fenda e a barriga empurra-as para baixo. É simplesmente impossível.

Reparem como a linha onde termina a barriga fica mais ou menos a meio do "Grand Canyon" do senhor.
Este problema é tipo de electricistas, trolhas, picheleiros ou canalizadores, ....
Se este resultado num homem tem algo de repugnante, asqueroso, badalhoco, numa mulher ...... também, principalmente para aquelas que acham que mostrar o fio dental a toda a gente é boa ideia.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Dica muito útil

Há conversas que começam, "Podíamos ir ao shopping" ou "E se fossemos aos saldos", ... Normalmente o dia termina com nós, homens, a bufar a fazer trombas e a responder "Sim é bonito, deves levar. (sem ter visto, só para despachar, ou pelo menos elas fazem questão de frizar isto, falo de experiência própria)"
Andromundo cibernauta, tenho a solução para isto e acreditem que é a maior invenção depois da roda. Quando as vossas meninas vos proferirem semelhante atrocidade como "Vamos aos saldos?", vocês só têm de sorrir e dizer "Vamos. Já tás pronta?"
A resposta será irremediavelmente: - Não. Espera um bocadinho! (Nunca menos de meia hora) Nos entretantos vocês têm tempo de dar uma de muito queridos e amorosos e quando ela se estiver a arranjar vocês lançarem o seguinte comentário:
- Podias levar aqueles sapatos *#%.
Aqui reside o segredo, os sapatos têm que ser o mais desconfortaveis possível. Não vão acreditar que ela vai implorar para regressar mais depressa do que aquilo que vocês pretendem.

(Este medicamento não é sujeito a receita médica, pode no entanto criar habituação e pode até deixar de surtir efeito. Se for o caso consulte imediatamente o escritor deste blog)

terça-feira, 17 de março de 2009

Que dia!

Hoje fui a um serviço que deixa toda a gente de boca aberta, o dentista. Para além do dinheiro que lá deixei e da sensação nos beiços com que saí, que mais fazia lembrar um encontro de 1º grau com o Bruno Alves, deparei-me com várias coisas que merecem ser contadas.
Antes de chegar ao dentista tive de ir meter gasolina, atestei o veículo e fui pagar. Chegado à caixa, diz-me o empregado: "São trinta e um euro." À boa maneira daquelas pessoas que têm cinquenta e um "ano".
Chegado no dentista fui atendido pela menina que lá estava e sentei-me. De seguida chegou uma senhora, que fez algo que eu acho verdadeiramente delicioso, olhou para o balcão onde não estava ninguém e depois para a máquina das senhas a uns metros de distância. Calculo que as preocupações ambientais não sejam uma prioridade para aqueles 2 neurónios, que já têm que andar e respirar ao mesmo tempo. Escusado será dizer que a senhora tirou a senha e só depois foi ao balcão.
Chegou a minha vez de ser atendido, e como sempre foi uma festa naquela cadeira confortável. Frases como: "Se estiver a doer diga.", certamente não vou dizer, pois tenho uma broca na boca, mas a senhora doutora vai saber, ou "Se calhar é melhor dar anestesia" (Acha mesmo???) foram ouvidas.
À saída a dentista fez questão de sublinhar:
- Não se esqueça que tem de comer do outro lado.
Não me esqueci, e fui jantar à minha mãe.
Paguei e quando estava a sair.....
- Obrigados!
E eu a pensar que tinha perdido algum S hoje, mas esta senhora encontrou-o...

segunda-feira, 16 de março de 2009

Não existe mas devia...

Eu gosto muito do fim-de-semana, principalmente porque posso dormir até tarde. Esta é a principal razão pela qual lanço agora um apelo a toda a comunidade cientifica para que faça uma investigação no sentido de desenvolverem uma campainha da porta inteligente. O que quero dizer com isto é que já faz falta uma campainha que seja inteligente ao ponto de detectar quem toca, a que horas toca e para que toca. Assim a campainha numa situação extrema como por exemplo, uma testemunha de Jeová, num Domingo de manhã a fazer um peditório quando decidisse colocar o seu rico dedinho no meu sono teria em vez de um "dling dlang", uma descarga de 220 volts. No meu quarto se chegasse algum som, seria apenas a de um berro abafado pelo qual não me importava de acordar pois virava-me na cama com um sorrisinho nos lábios.
Até lá julgo que vou ter de colocar um autocolante por cima da campainha a dizer: "Treta não, obrigado! Incomodar só em caso de extrema necessidade."
Digam lá se não tenho razão. Fiquem bem.

sábado, 14 de março de 2009

Pensar antes de executar

O tuga tem a mania que sabe tudo e é muito frequente encontrar pessoas num restaurante que começa em M, acaba em s e tem aleatoriamente as letras "acdonald" pelo meio (para não fazer publicidade)a comerem uma tarte de maçã de sobremesa.
Ora quando os funcionário do dito restaurante entregam a tarte avisam: "Cuidado está quente." Para quem pensa que são apenas linhas orientadoras e devemos cumprir se apenas nos der na telha, deixem que vos diga: "Estão enganados!!!"
O que acontece às bestas que acham que são muito inteligentes e optam por ignorar (o termo ignorante tem de vir de algum lado) as instruções. Acontece sempre da mesma forma:
- Uma pequena trinca que apanha pouco molho da tarte é suficiente para afirmar que o empregado do balcão é um exagerado.
- De seguida uma trinca confiante na sua boa capacidade de análise, que é traduzida em sopros constantes e na verbalização de algo que soa a: "eh ah ente". Anatomicamente traduz-se em queimaduras do 3º grau na língua e no céu da boca.
- Depois disso já não interessa o que o indivíduo faz pois de qualquer forma perdeu a sensibilidade na boca pelo menos durante uma semana.

Ultimamente é frequente ver estas criaturas neste tipo de comportamentos pois as ditas tartes estão a ser distribuídas gratuitamente. Reparem e digam lá se não é verdade.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Séries para rir e decontrair

Há varias séries que sigo e que já segui. A lista abaixo contém algumas das que julgo serem as melhores:
1- Seinfeld (já antiga, mas marca uma época e um estilo proprio de fazer comédia)



2- My name is earl (esta série ainda dá e já vai na quarta temporada. É simplesmente genial)


3- Monty Python (muito antiga, mas é a mentora de comediantes com os "Gato Fedorento", Nuno Marckl, ... muito boa mesmo. São os inventores do humor "non-sense")


4- As tardes da Júlia (auto-explicativo)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Situação embaraçosa

Esta situação passou-se comigo na Rua de S. Catarina no Porto. Toda a gente sabe a vergonha que é bater contra um poste, mas no meu caso foi especial. O bater no poste concretamente é mau e doloroso mas não é o principal factor de embaraço. Imaginem o seguinte, um poste com mais ou menos 1 metro de altura (como é visível na imagem).






Aqui o Je estava a olhar para trás quando se dá o choque. Agora tentem colocar-se nos meus sapatos........

Eu não fazia ideia que o poste era baixo e assumi imediatamente que se tratava de um poste de iluminação. Assim sendo preparei todo o meu corpo para o embate que se seguiria na face, ou seja, os olhos fecham-se a boca faz caretas e podemos até (admito) emitir um ligeiro guincho muito amaricado. (reparem nesta face bem preparada para o embate)

Isto por si só já é extremamente mau, mas no entanto é suplantado pela surpresa de não haver poste nenhum, o leva à pessoa em questão (e acreditem que eu sei) a arregalar os olhos, a abrir a boca e a fazer um som que será algo como "uuuuuuaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh".

No entanto as coisas más não terminam, pois estamos agora pendurados pela zona da cintura num poste verde numa rua muito movimentada. Para cúmulo há sempre alguma alma depenada que decide dizer o seguinte: "O Sr. está bem?"

Poupem-me.